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  • Scanner Diagnóstico Monza Kadett EFI Freeware outros GM ALDL

    05

    Out
    05/10/2010 às 15h14

    Scanner Diagnóstico Monza Kadett EFI Freeware e outros GM ALDL

     

    São obtidos os seguintes parâmetros:

     

    Identificação da ECU

    MAP Volts

    MAP mmHg

    Potenciômetro do CO em Volts

    Voltagem Bateria em Volts

    RPM

    Velocidade em km/h

    Consumo em l/h

    Consumo em km/l

    Temperatura em ºC

    TPS em Volts

    TPS em %

    Indicador de Ar Cond Acionado

    Indicativo de qual marcha está engatada

    Aceleração G (aceleração da gravidade 9,81 m/s<sup>2</sup>

    Potência Desenvolvida em CV e HP (Cavalo Vapor e Horse Power)

    Indicativo do Ventilador do motor acionado

    Indicativo do aviso de marcha ascendente

    Avanço da ignição

    Posição do atuador da Lenta IAC

    Indicador de acionamento do código lampejante

     

    Todos estes parâmetros são obtidos a cada fração de segundo, todos ao mesmo tempo, diferente dos scanners de mão que apenas conseguem ler um parâmetro por vez, neste vemos todos ao mesmo tempo e podemos cruzar as informações de um ou mais parâmetros, mas para facilitar a leitura os gráficos e o log está individualizado.

     

    Para cada parâmetro após o teste é informado o valor mínimo, médio e máximo (dados dos sensores).

     

    Também são obtidos os seguintes totalizadores do teste (ou do percurso), como se fosse um computador de bordo.

     

    Distância Total Percorrida em Kilometros

    Consumo total no percurso em Litros

    Consumo total no percurso em km/l

    Tempo decorrido total em segundos

    Velocidade média

     

    Este scanner, como um de oficina, serve para avaliar o funcionamento do motor através de seus parâmetros, uma série de testes padrões pode ser obtidas pelos logs nos lincks abaixo indicados:

     

    Logs ECU http://www.hyperfileshare.com/d/71f6efe2

     

    Logs Excel http://www.hyperfileshare.com/d/530c9831

     

    A outra função de um scanner é a indicação de código de erros, isso este scanner não faz, mas está muito bem descrito como fazê-lo através do curto nos terminais A e B da tomada de diagnóstico, ativando o código lampejante e mais detalhes podem ser obtidos em:

     

    http://forum.monzeiros.com/viewtopic.php?f=47&t=7336

    e

    http://forum.monzeiros.com/viewtopic.php?f=47&t=7336 - p161300

     

    A junção dos dois, os códigos de erros, mais a análise gráfica de padrões vai levar ao diagnóstico do problema, por exemplo sensor MAP fora dos padrões, Sensor da borboleta falhando, etc...

     

    Os requisitos para funcionar são:

    Windows: 95, 98, 98SE, Me e XP (Demais sistemas operacionais não testados), mas se tiver Vista ou Seven, pode rodar através de um live CD para XP.

    Uma porta Serial – COM nativa, não sei se funciona nestas via USB, pois não tenho e não testei!

     

    Baixar o Software Freeware freeware (Grátis-Livre)

     

    ElanScan em http://members.lycos.co.uk/mcnica01/M100_ALDL.html

     

    Baixar o interpretador de LOG do Lotus Elan para Rochester Multec 700 (Monza e Kadett EFI) 2.0 (final)

     

    http://www.hyperfileshare.com/d/1b3deb28

     

    Montar o circuito:

     

    O esquema eletrônico para o cabo é o seguinte:

    Esquema obtido em http://www.scribd.com/doc/487929/GM-8192-160-Baud-ALDL-Interface

    Ou pode montar pelo esquema leigo, bem mais fácil conforme abaixo e com vídeo mostrando como montar e testar o circuito (linck na seqüência)

    Clique para ampliar e imprimir!

    Vídeo: Montagem do Scanner

    http://img689.imageshack.us/img689/8762/scannermontagem.mp4

     

    Vídeo: Usando o Scanner

    http://img718.imageshack.us/img718/9436/usandooscanner.mp4

     

    Quanto ao custo, as peças eletrônicas custam R$ 13,00, e pode-se usar como conector serial um mouse serial velho e como cabos um cabo de rede (daqueles azuis)

     

    Componentes para construir

    Transistor – 2 - 2N3904 ou 2N2222A - Transistor de uso comum NPN para Q1 e Q2

    3 resistores de 10 k ohms

    Uma chapa de circuito para testes linear

    1 diodo 1N4148

    1 Conector RS232 – DB9

    1 Conector para acendedor de cigarros

    1 Fio Amarelo

    1 Fio Cinza

    1 Fio Laranja

    1 Fio com malha interna de 3 ou mais fios internos

    1 Caixa para guardar o circuito

     

    Se tiverem que comprar tudo, custará no máximo R$ 45,00!

     

    Quanto a montagem, se tiver medo, peça para alguém montar (qualquer eletrônica de rádio e televisão) com base nos esquemas que disponibilizei.

    Como ligar:

    O conector ALDL tem esta configuração:

    Foto dele:

    A função dos terminais é:

     

    A – Terra

    B - Ativa auto-diagnóstico

    E - Se ligar 12V nele ela aciona a bomba de combustível sem o comando do módulo (direto).

    K - Terminal negativo da lâmpada de auto-diagnóstico

    M – 8192 BAUD DATA – pino de transmissão de dados.

     

    Traduzindo:

     

    Ligue o cabo do scanner montado GND no terminal A do ALDL (no meu caso fio cinza (preto junto ao circuito)

    Ligue o cabo do scanner montado +12V no terminal positivo do acendedor de cigarros (fio laranja/vermelho junto ao circuito)

    Ligue o cabo do scanner montado DATA no terminal M do ALDL (fio amarelo)

     

    Fotos dos fios no conector ALDL

    Como vão poder ver os vídeos são explicativos, mas para fazê-los, tinha que ter uma mão na máquina e outra para fazer tudo, o que dificultou bastante. Também não tenho uma bancada para a montagem, mesmo assim o circuito foi montado e testado.

    Fotos do Scanner Montado

     

    No Windows ajustamos a porta serial para BAUD 2400 pelo painel de controle.

     

    Instalamos e carregamos os programas.

     

    Dica: se por acaso quando ligarem o cabo e o motor, o ponteiro do mouse enlouquecer, é que o Windows identificou o cabo do scanner como um mouse, desligue a chave e desative-o indo em painel de controle -> sistema -> Hardware -> Gerenciador de dispositivos -> mouse e desative o mouse "extra" que ele inventou para mim apareceu no XP como mouse serial analógico.

     

    Usando o ElanScan

     

    Clique em Setup

    Acerte a porta COM

    Ligamos a chave do carro.

    Aperte start talking ou F1 (se der erro, acerte novamente a COM, as vezes ele se perde e desmarca a COM1)

    Deixe o programa estabilizar (parar de gerar erros se acontecer, demora no máximo 1 minuto, se der mais do que isso e não aparecer nada na indicação da ECU, algo foi montado errado, revise)

    Aperte start logging ou F2

     

    Faça seus testes e deixe logando.

     

    Quando terminar a captura pressione os Stop Talking ou F3.

     

    Salve o log no formato ECU.

     

    Exporte o log no formato Excel que todos os parâmetros serão exportados

     

    Finalizada a captura precisamos converter o log de Lotus Elan para Rochester Multec 700, Monza e Kadett EFI.

     

    Para fazer isso abra o interpretador de LOG do Lotus Elan para Rochester Multec 700 (Monza e Kadett EFI)

     

    disponível em: http://www.hyperfileshare.com/d/d539c480

     

    Agora rode a macro de importação clicando no botão Obter Dados e aguarde o final da importação e geração dos gráficos.

     

    Pule para aba Val e veja os dados obtidos e clique para ver os gráficos.

     

    O programa do Lotus Elan foi testado com o meu notebook mais antigo 486 SX 25 Mhz com 4 mega de RAM e Windows 95, e funcionou normal, se funcionou neste, funciona em qualquer um, para quem tiver notebook velho jogado numa gaveta, já tem utilidade, se estiver sem bateria, dá para fazer ligação direta do acendedor de cigarros no lugar da bateria, só cuidando a voltagem (usando os adaptadores de voltagem) e a polaridade.

     

    Se não tem um notebook use um desktop e faça o teste com o carro parado e o motor ligado! Use a velha técnica de tirar uma roda do chão para testar o VSS, para isso faça o cabo do scanner mais longo, 2,5 metros para cada lado totalizando 5 metros, mais do que suficiente.

     

    Motivos para usar o Scanner:

     

    1 - Muitos problemas não geram erros para a central, nada é indicado via código lampejante, por isso a importância do scanner para analisar o funcionamento do motor, quer seja analisando os números do teste, quer seja pela análise gráfica, a qual eu prefiro.

     

    2 - Uso como "dinamômetro de motor" caseiro, com as seguinte condições:

     

    a) ignorar o período em que as rodas estão patinando, pois enviam um sinal falso de velocidade à ECU, invalidando os cálculos.

     

    b) Cálculos válidos para terrenos planos, pneus calibrados, em dia seco com pouco vento e ao nível do mar.

     

    Observação: no cálculo da potência desenvolvida, já está abatida a potência perdida para romper a resistência aerodinâmica levando em consideração o CX do Monza 0,34, a sua área frontal 2,2 metros e o peso do carro em teste (para ser ajustado individualmente em campo no Excel).

     

    3 - Uso como computador de bordo, por sinal muito mais sofisticado do que o de fábrica.

     

    4 - Uso como "caixa preta" similar ao de aeronáutica, descrevendo todos os parâmetros para análise de uma situação ou percurso.

     

    5 - Analisar o comportamento dos sensores e do carro através de gráficos e do log sendo possível ir ao nível de detalhes puntuais de cada parâmetro, fazendo testes específicos para testar cada sensor e avaliá-lo, comparado com os logs padrões disponibilizados acima (lembrando que todos os meus sensores são originais de fábrica ainda).

     

    Histórico:

     

    Depois de dois anos de testes e pausas para aprender e refletir, até entender que a pinagem estava toda correta, que o scanner estava lendo os dados, porém eles estavam todos desordenados, caindo em referência totalmente diversas, por exemplo DRP Internal que sai do log do ElanScan, na verdade para o Monza e Kadett é o VSS (velocidade), depois que entendi isso, foi variando um parâmetro por vez, foi mais fácil detectar os sensores via análise gráfica pelo comportamento esperado, isso para cada um dos 20 parâmetros.

     

    Para descobrir a pinagem foi pesquisa em um monte de material sobre a injeção do Monza, o que por sorte nossa é vasta, visto que ele foi o primeiro em linha normal de produção no Brasil, portanto é referência, antes só analógica e em modelos esportivos de edição limitada.

     

    Mas para ter certeza do que cada pino fazia, utilizei um multiteste e um oscilscópio (de PC).

     

     

     

    Este scanner poderá funcionar também para toda a linha GM que usou o conector ALDL, bastando então saber qual é o pino terra e qual o de dados, sendo possíve o uso em Vectra, Omega, Blazer, S10, Corsa, Astra, e Calibra.

     

    Em Blazer e S10 acredito que seja direto como no Monza e no Kadett

     

    Nos demais, vejam as dicas no histórico, podem também usar este outro software, mais específico para GM, mas que não serviu na mais antiga ECU do Monza.

     

    AutoScannerOpel indicado pelo Monzeiro sdr em Qui, 05/08/2010 - 12:11 PM disponibilizou o link

    http://minsk555.narod.ru/opel.htm (clicando em SoftWare DownLoad Скачать Программу).

    (Não é em Russo é em Inglês como os demais)

     

     

    Dados Gráficos obtidos pelo LOG (com descrição do parâmetro e método de aferição).

     

    (a linha de base é tempo em segundos para todos os gráficos)

     

     

    1) Voltagem da TPS posição o acelerador.

     

    Este foi o primeiro confirmado, e graças a ele todos os demais puderam ser avaliados. Sua confirmação foi com multiteste medindo a tensão direto no pino de saída do sensor, com auxílio de uma agulha.

     

    Este é o teste específico do TPS com o motor parado variando do mínimo ao máximo.

     

    2) TPS em % (percentual) é exatamente o mesmo gráfico anterior, mas dado em função percentual do máximo de 4,9 Volts igual à 100%.

    3) RPM (rotações por minuto) do motor, este foi o primeiro parâmetro com o nome errado que localizei e foi o que fez que eu pudesse perceber este fato (que estava tudo fora de ordem e com os nomes errados, mas os dados estavam lá), pude descobrir quando analisei um gráfico de uma saída, e percebi que era o gráfico da RPM, mas precisaria aplicar um fator de correção numérico para aferi-lo com o indicador do painel. Vejam o gráfico de 0 até 21 segundos, as puxadas em 1ª, 2ª e 3ª marchas!

    4) Temperatura do motor, este veio direto, bastou confirmar as temperaturas com os valores tabelados e verificar a temperatura de acionamento do ventilador do motor.

    5) Indicativo de acionamento da eletro ventoinha do conjunto radiador/ar condicionado (0 desligado 1 ligado). Este foi bem difícil de achar pois ele aparece em duas faixas bem distintas, em alguns momentos numa faixa, em outros a segunda faixa, mas o Excel calcula e apresenta um gráfico limpo.

    6) Valor da posição do atuador da marcha lenta (motor de passo) IAC, este estava certo desde o início, mas demorei bastante para imaginar um teste conclusivo, neste caso foi desconectar uma das mangueiras do vácuo para ver se ele fechava (valor zero) como visto abaixo, os valores numéricos foram ditos como compatíveis pelo Monzeiro Rafaelo.

    7) Indicação de qual marcha está engatada (sem uso da embreagem) válido só cambio manual, este parâmetro é calculado na relação entre velocidade e rotação do motor, pois quando a marcha está engrenada esta relação é fixa para cada marcha, e é com base nisso que a ECU, mais a exigência do acelerador que a ECU faz a indicação da marcha ascendente.

    8) Indicativo de aviso da troca de marcha ascendente no painel, nos automáticos indica a troca de marcha para uma marcha superior (0 desligado 1 ligado), este foi fácil de encontrar, bastou fazer um teste específico e achar o gráfico correspondente. (O gráfico abaixo é o da arrancada de 0-100, assim como no acima, junto com o da velocidade e o da RPM dá todas as indicações do comportamento)

    9) Indica o valor do ajuste do ponto (antigo avanço a vácuo e centrífugo dos carburados), foi o último parâmetro encontrado, pois no primeiro teste que fiz por algum motivo apesar de eu ter conectado os terminais A e B a ECU não entrou em modo de regulagem do ponto zerando o avanço, foi necessário achar o parâmetro da ativação do modo diagnóstico para poder ter certeza do dado, abaixo o gráfico de 10 em 10 segundo oscilando entre avanço zero e avanço livre.

    10) Voltagem do Potenciômetro de CO do ajuste de emissão de gases, este foi feito deixando o caro em lenta e variando o valor do potenciômetro do CO e medindo a voltagem com um multiteste com o auxílio de uma agulha, depois foi só ajustar o valor numérico. Abaixo o teste deste parâmetro, pois é quase invariável em todos os outros testes (existe uma pequena variação devido a variação da voltagem total do sistema).

    11) Voltagem do conjunto Bateria e Alternador, para este teste liguei o motor e depois fui ligando tudo que era elétrico para fazer a voltagem cair ao máximo, deixando o motor na lenta, verificando a voltagem em multiteste, depois foi encontrar o gráfico a ajustar os valores.

    12) MAP Sensor de Pressão Absoluta mede o vácuo produzido pelo motor abaixo da TBI, em Volts, este foi o primeiro parâmetro que busquei, depois de entender que estavam fora de posição e nomes os dado obtidos, mas este parâmetro foi difícil de determinar qual gráfico usaria, pois sendo este o principal sensor e muitos itens usarem este como referência para os ajustes, haver muitos gráficos semelhantes, tive que fazer diversos testes para poder determinar qual o correto, que atendesse a todos os requisitos, que eram, corresponder aos valores tabelados pela GM, atingir valor próximo a 700 mmHg em uso de freio motor, atingir valor próximo a zero quando se pisa fundo, não oscilar fortemente na variação da temperatura do motor, ser um parâmetro estável em marcha lenta. Para isso usei um multiteste medindo os valores no pino do sinal direto no MAP, em situações como em lenta e acelerando e desacelerando o carro direto na TBI, depois com vários testes na rua, para tirar as dúvidas quanto ao que seria ideal. Abaixo o gráfico exemplo de subida/descida de lomba, que mostra o máximo e mínimo no mesmo percurso.

    13) Sensor de Pressão Absoluta valor do vácuo em milímetros de Mercúrio (MAP mmHg), este é o mesmo gráfico anterior, mas traduzindo a informação de Volts do sensor para mmHg, que eu tive que obter para poder determinar a realidade dos dados obtidos, para isso necessitei plotar os valores tabelados em gráfico para obter a melhor equação de reta em regressão linear (Y=143,75*(Voltagem MAP)-700). Abaixo o teste do acionamento do Cut-Off (ponto mais baixo) lembrando que para acionar o cut-off os parâmetros precisam ser, velocidade acima de 55 km/h, carro engatado, acelerador em zero de utilização, ar desligado, muito vácuo sendo produzido pelo motor. Podem ver que ele ativa em 82 segundos e vai até 127 segundos, quando a velocidade caiu abaixo os 55 km/h.

    14) Consumo instantâneo de combustível - litros por hora (l/h), este também foi difícil de determinar, pois parece muito com o MAP, porém o item que tirou as dúvidas foi o cut off, pois em situações de não acionamento (abaixo de 55 km/h) é quase igual ao MAP (pois é de onde a ECU retira os parâmetros para o consumo), mas em situação de cut-off ele zera o consumo (vide gráfico), aí foi identificar qual deles tinha este comportamento. Abaixo um gráfico de consumo com situações de cut-off e teste do módulo economia (http://forum.monzeiros.com/viewtopic.php?f=3&t=6982)

    15) Consumo instantâneo de combustível - kilometros por litro (km/l), se na tabela marcar 80 indica acionamento do cut-off, este é o resultado de dividir a velocidade em km/h pelo consumo em l/h dando km/l, abaixo o gráfico de arrancadas na Freeway, teste de aceleração mas que mostra toda a gama de consumo, de 0 km/l (carro parado) até o cut-off, que fixei em 80 km/l para não explodir com os cálculo de um consumo infinito.

    16) Velocidade do carro em km/h, este foi o mais interessante, não por ser difícil de encontrar, mas por não encontrá-o, é que meu cabo do VSS estava com o fio escapado, só percebi no meio dos testes, pois vi que a luz da marcha ascendende não acendia, mas o fio que ia ao computador de bordo (CB), não havia desconectado, só o que ia para a ECU, sendo na verdade o primeiro diagnóstico. Depois de corrigido o problema, foi achar o gráfico e aferi-lo, via velocímetro e CB (aferidos por radar fixo, lombadas eletrônicas). Abaixo gráfico de aceleração 0-100 km/h.

    17) Aceleração do carro em G (aceleração da gravidade - 9,81 m/s²), já que tinha os valores de tempo e velocidade, era só aplicar as fórmulas para saber a aceleração, achei interessante. Abaixo novamente a aceleração de 0-100 km/h, mas vendo o gráfico da aceleração (a inicial é rodas patinando), os valores negativos são as frenagens.

    18) Potência desenvolvida pelo carro em acelerações, valores negativos indicam potência absorvida pelos freios e/ou freio motor (valores válidos apenas em terrenos planos e em dias com pouco vento), este e muito interessante, é totalmente gerado a partir de cálculos de aceleração, tempo, peso do carro, coeficiente de penetração aerodinâmica, área frontal, pressão ambiente, e nos dá de graça um dinamômetro, bastando ter em mente que o teste deve ser feito em dia seco, com pouco vento, em piso de asfalto ou cimento, com os pneus calibrados e ignorar o período em que as rodas estão patinando, pois enviam um sinal falso de velocidade à ECU, invalidando os cálculos. Abaixo novamente a situação de aceleração máxima de 0-100 km/h tendo em vista a potência gerada, lembrando que é a potência efetiva não a potência do motor, apesar de diretamente relacionadas.

     

    19) Indicação de acionamento do ar condicionado 7 para desativado, este teste é importante para saber as relações de consumo com e sem o ar acionado, assim como em menor grau, na carga no IAC e o Vácuo via MAP.

     

    Não há necessidade de visualizar o gráfico pois é apenas indicativo.

     

    20) Indicador de acionamento do código lampejante de erro, ou da trava do avanço quando do motor ligado para ajuste do ponto, foi importante para determinar o gráfico do avanço.

     

    Não há necessidade de visualizar o gráfico pois é apenas indicativo.

     

    21) Identificação da ECU, conforme a tabela da GM abaixo:

    Finalmente os totalizadores, neste caso é o também o do 0-100 km/h:

     

    Distância Total Percorrida em Kilometros           0,42

    Consumo total no percurso em Litros     0,053

    Consumo total no percurso em km/l       7,99

    Tempo decorrido total em segundos       21,83

    Velocidade Média km/h 69,55

    Identificação da ECU     5999

     

     

    O Scanner está finalizado na versão 2.0 com todos os dados possíveis e imagináveis inclusos, se alguém tiver sugestão usem o sitedo Monzeiros para isso:

    http://forum.monzeiros.com/viewtopic.php?f=50&t=14671

     

     

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